
Ò Caravela, que se desloca em alto mar à conquista do desconhecido, e que de vento necessita para chegar a bom porto...
Para esse porto, azimute tirou...
Para esse porto, abrigo das tempestades pretende fazer...
Para esse porto, pretende... tanta coisa!
Mas...
Onde andas tu vento?
Não à sinal de ti...
nem a bombordo...
nem a estibordo...
Paira no ar apenas o teu silêncio...
Ficando inerte a Caravela, entregue ao sabor da maré e dos deuses...
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