
As nuvens passam...
As marés mudam...
E a Lua cresce e mingua...
Mas tudo se mantém inalterado... e nada vejo para se mudar...
As palavras sem actos perdem se no eco e na escuridão da noite...
Gélida fica a emoção e o sentimento...
O calor fica inerte e inepto no seu núcleo gravitacional...
Como se de uma ampulheta se tratasse a areia cai sem parar... sem parar... prestes no seu final....
Por um fio... por um fio... e as últimas forças desvanecem...
Há muito que por aqui não passava, mas para espanto meu, as belas ideias e o sorriso rasgado que se lhes seguia deram agora lugar a uma tristeza e uma melancolia rara.
ResponderEliminarPor onde anda o benfiquista ferranho, que transmitia uma certeza quase absoluta sobre a beleza do mundo?
L.
Ricardo... falas das coisas que passam e não mudam com o tempo de uma forma positiva...
ResponderEliminarCaraças... é complicado, o HOmem!
Em Setembro! Em Setembro escreves muito parecido mas com o pensamento positivo :)
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