Uns dizem que é A, outros B e ainda há quem diga que é C!
Para mim, é sermos verdadeiros connosco, mesmo que haja dissabores!
Não é fácil! Aliás, é bem penoso darmos ouvidos à nossa consciência e ao nosso ADN. Parece que nos impele a ações ou omissões que são mais fortes que a própria respiração... Sem a qual não nos revemos, nem conseguimos viver...
Da minha experiência (pouca, ainda), cada um vive a sua... Uns alteram maneiras de ser e estar, renegando o seu ADN, com intuitos diversos e diferentes... Respeito... Mas não compreendo, uma vez que essa maneira levará a uma implosão da própria pessoa.
Eu, não o faço... Bem ou mal, devo ser o mais verdadeiro possível comigo. Não só por dar um trabalhão ter de pensar como se fosse outrem, além de mim mesmo, como as contradições entre esse ser estranho e os meus instintos seriam notórios...
Resultado, algumas situações menos boas, mas uma consciência limpa e tranquila. E este "jogo" é, quanto a mim, um dos maiores desafios da minha Vida.
:)
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